Green Leather leva energia crua ao Palco Heineken no NOS Alive’25

 

Os Green Leather incendiaram o Palco Heineken na tarde do primeiro dia do NOS Alive’25, com uma atuação vibrante que confirmou o estatuto da banda como uma das grandes promessas do rock nacional.

O quinteto lisboeta, formado por Rafael Enguiça e André Rosa (guitarras), Daniel Braga (voz), Sérgio Seco (baixo) e Pedro Maltez (bateria), apresentou-se às 17h00 perante um público cada vez mais composto no Passeio Marítimo de Algés. Com riffs musculados, grooves contagiantes e uma entrega visceral, os Green Leather provaram porque são apelidados de “os Guns N’ Roses de Portugal” — uma alcunha que abraçam com humor e determinação.

A banda chegou ao NOS Alive após vencer a edição mais recente do concurso Oeiras Band Sessions, organizado pelos Nirvana Studios. “Quando ouvimos que tínhamos ganho, gritámos tanto que os vizinhos pensaram que tínhamos enlouquecido”, recordou o baterista Pedro Maltez em entrevista recente.

No palco, o alinhamento passou por temas dos dois álbuns e EPs já lançados, alternando entre baladas de tom introspectivo, explosões de grunge e faixas marcadas por um funk-rock groovy. A química entre os músicos e a interação com o público fizeram da atuação um dos momentos mais enérgicos da tarde no Palco Heineken, antecipando os grandes nomes que se seguiriam.

Com esta presença no NOS Alive, os Green Leather consolidam o seu percurso ascendente e deixam a promessa de novos trabalhos em breve. O festival prossegue até dia 12 de julho com nomes como Olivia Rodrigo, Muse e Nine Inch Nails, mas para muitos, a verdadeira surpresa do dia foi esta banda que, nascida nos subúrbios de Lisboa, agora sonha com palcos cada vez maiores.